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Gato Fedorento Fãs

Gato Fedorento: 4 pessoas, 4 homens, 4 comediantes, mas acima de tudo são 4 amigos... 4 amigos que adoram o que fazem, e nós adoramos o seu trabalho!

Gato Fedorento Fãs

Gato Fedorento: 4 pessoas, 4 homens, 4 comediantes, mas acima de tudo são 4 amigos... 4 amigos que adoram o que fazem, e nós adoramos o seu trabalho!

AJUDA

22
Jan10

tenho estas fotos retiradas d um documentario todas as fotos são dos gatos quando eram pequenos mas a umas que sei perfeitamente quem são ams estas aqui deixam alguma duvida conseguem me dizer quem é quem nestas fotos?

 

em conversas com as GatóFãs PENSAMOS QUE SERÁ ASSIM:

 

1- tiago

2- cardi

3- miguel

4- fininho

5- cardi

6- tiago

Mas não temos a certeza

 

 

 

 

 

 

Meo, TMN e Pingo Doce tiveram as campanhas mais marcantes de 2009

22
Jan10

Questionados sobre quais os anúncios de 2009 de que mais se recordam, quatro em cada 100 inquiridos lembraram-se das campanhas da Meo protagonizadas pelos Gato Fedorento.

A marca estava no segundo lugar da lista da Publivaga no ano anterior.

A segunda marca mais recordada em 2009 foi a TMN - que em 2008 era a líder da Publivaga -, tendo sido mencionada por 3,4 por cento dos inquiridos, seguida da marca Pingo Doce que, com a mesma percentagem, 'roubou' a terceira posição do ranking à Vodafone.

A liderança das duas marcas de telecomunicações detidas pela Portugal Telecom foi conseguida sobretudo no último trimestre do ano, já que, até Outubro, a mais lembrada era o Pingo Doce, de acordo com o estudo.

A quarta marca mais recordada é o Continente, mencionado por 2,8 por cento dos inquiridos, tendo a Vodafone passado para o quinto posto, com 2,6 por cento.

Na lista das 10 marcas mais recordadas conta-se ainda a Coca-Cola, a Optimus, o Jumbo, o Modelo e a Zon, o que mostra que metade das campanhas publicitárias mais marcantes foi de operadores de telecomunicações e quatro de supermercados.

O estudo Publivaga é publicado regularmente pela Marktest e mostra o grau de memorização das campanhas publicitárias das marcas, funcionado como um instrumento de referência na medição da eficiência dos anúncios

 

in: sol

Ricardo Araújo Pereira no Café com Letras dia 27 de Janeiro

19
Jan10

 

Ricardo Araújo Pereira é o primeiro convidado de 2010 do «Café com Letras». O actor e humorista vai estar à conversa com Carlos Vaz Marques no dia 27 de Janeiro, às 21:30, na Biblioteca Municipal de Oeiras.

 

O livro «Novas Crónicas da Boca do Inferno» é o mote da nova visita do Gato Fedorento. A obra inclui 100 crónicas da sua autoria, publicadas semanalmente na revista Visão.

Com ilustrações de João Fazenda, este texto conta ainda com «uma crónica destacável e a cores, para montar relativa ao Ikea!», segundo o divulgado em comunicado.

A entrada no evento é livre.

CRONICA DO ZÉ DIOGO QUINTELA NO JORNAL "A BOLA"16-1-2010

19
Jan10

Soube pela imprensa que Pinto da Costa tenciona processar-me. Anunciou-o numa cerimónia do FCP em que também agraciou Bruno Alves com um prémio. Portanto, queixa-se por eu lhe pisar os calos, ao mesmo tempo que louva um jogador que tem por hábito pisar rótulas. Deve ser a isto que chamam a ironia de Pinto da Costa. Segundo os jornais, tem que ver com a minha crónica de há quinze dias, onde ficcionei uma escuta no futuro, entre PC e um árbitro. Confesso que acho estranho: Pinto da Costa esforçou-se tanto para que as escutas verdadeiras não fossem admitidas em tribunal, mas agora quer que o mesmo tribunal aprecie uma escuta inventada por mim. Realmente, tinha graça que as escutas verdadeiras fossem nulas em tribunal mas as inventadas fossem aceites.

Querem ver que a única pessoa condenada por causa de uma escuta relativa ao Apito Dourado ainda vou ser eu? Diz Pinto da Costa que faltei ao respeito a um clube centenário.

O que nem é muito rigoroso: o FCP é um clube bicentenário, já que festejou um centenário em 1993 e outro em 2006. Parece que o mal é eu ter falado na versão da Carolina Salgado. Portanto, se eu me inspirasse antes na versão oficial de Pinto da Costa e de Augusto Duarte, estaria tudo bem. Para quem não se lembra, essa versão é a seguinte: dois dias antes de um jogo importante para as aspirações do Porto, Pinto da Costa recebe em casa o árbitro que o vai apitar, Augusto Duarte.

Diz que a visita é inesperada. As escutas desmentem-no. Diz que a visita não se cruzou com Carolina Salgado. A visita desmente-o. Árbitro pede a Pinto da Costa favor relativo a seu pai, uma vez que Pinto da Costa tem influência sobre o presidente do Conselho de Arbitragem, superior hierárquico do pai (membro do Conselho de Arbitragem, entretanto condenado noutro processo de corrupção desportiva). Dois dias depois, o árbitro erra a favor do Porto, não expulsando um jogador aos 15 minutos de jogo. O Porto acaba por se sagrar campeão na jornada seguinte, podendo descansar jogadores para a meia-final da Champions. A justiça desportiva condena o Porto.

O Porto não recorre. De facto, esta versão é insuspeita. Só não se sabe é se Pinto da Costa chegou a fazer o tal favor ao árbitro. Se o processo avançar, fico então à espera que alguém me avise com antecedência, para eu me pisgar para a Galiza. Parece que é assim que se faz nestes casos.

No fim, enviarei a conta dos advogados para o FCP. Pode ser que paguem por engano, como pagaram a viagem ao Brasil de José Amorim e família. Aliás, árbitro Carlos Calheiros e família. Até agora, só por ter trocado alguns mails com os meus advogados, já gastei serviços jurídicos no valor de 2 árbitros e meio. Em preços actuais, não os da tabela antiga, do Juiz Mortágua. Sobre o que disse nestas crónicas, cá estarei para dar a cara. Como o guarda-redes da União de Leiria

Mudam os túneis mas a tanga é a mesma

17
Jan10

AINDA ninguém sabe o que mostram as imagens do túnel da Luz, mas os portistas já decretaram que as provocações são «indiscutíveis». Pronto, está decidido. A Liga que tome nota e as imagens que se arranjem lá como quiserem: é bom que mostrem provocações, caso contrário estarão a alinhar no centralismo. Todos sabemos que as imagens de vídeo, quando querem, conseguem ser muito centralistas. Enfim, só quem não se lembra das escutas, das nunca desmentidas escutas, pode estranhar esta insistência portista nas provocações. Como o leitor decerto saberá, esta não é a primeira vez que a equipa do Porto causa tumulto num túnel de Lisboa. Em Junho de 2004, por exemplo, a Comissão Disciplinar da Liga de Clubes deu como provado que, no final de certo Sporting-Porto, que acabou empatado, o treinador do Porto rasgou uma camisola do Sporting e desejou que Rui Jorge tivesse morrido em campo. A história é conhecida: no fim do jogo, Paulinho, roupeiro do Sporting, foi ao balneário do Porto tentar trocar uma camisola do Rui Jorge pela do Vítor Baía. O treinador portista, sem ser provocado por qualquer steward, esfarrapou a camisola e formulou o ternurento desejo. Foi justamente no dia seguinte que a PJ captou esta conversa telefónica entre Pinto da Costa e um administrador da SAD:

Antero Luís (A) - F******! Não dormi um c******! Estou com uma enxaqueca, pá.

Pinto da Costa (PC) - F***** da p****.... [...] Tínhamos morto esta m**** ontem [...]

A - Embora eu ache que o Mourinho, no final, também se exaltou muito!

PC - É, um bocado.

A - É! Aquela história de dizer que o Rui Jorge morreu em campo e...

PC - Ele disse aonde?

A - Ele diz que disse cá em baixo, disse cá em baixo, junto a... quando estava a malta toda ali! Mas eu liguei para a Bola e para o Jogo a desmentir! A dizer que ele estava a dizer que era mentira!

PC - Não, não! Não... não é desmentir! A gente tem é de processar o gajo que diz! [...]

A - É... e em relação à camisola, também tem de se arranjar ali uma tanga, presidente!

PC - Arranjar que ele foi provocar para a porta do balneário!

A - É. E que o Mourinho disse que: 'Esta camisola é indigna de ser trocada. Porque se a tivesse rasgado não a mandava outra vez para o balneário do Sporting.' [...] É! Temos de arranjar aí uma tanga, senão saímos por baixo desta m**** toda.

Como penso ser óbvio, a escuta tem tanto valor literário como substrato informativo. Lá está a estratégia de desmentir factos reais, a intenção de processar quem diz a verdade e a ideia de «arranjar uma tanga» — tanga essa que, pouco surpreendentemente, consiste em alegar a existência de uma provocação. Seis anos depois, mudam os túneis mas a tanga é a mesma. É interessante constatar que o Porto produz mais tangas do que a Triumph. É bem verdade: tocou a reunir no Porto. E a reunião faz-se, uma vez mais, ao redor da tanga.

Segundo a opinião insuspeita e prestigiada de Cruz dos Santos, no Porto-Leiria o guarda-redes dos visitantes foi expulso injustamente, uma vez que, como toda a gente viu, a bola lhe bateu na cabeça, e não na mão. Além disso, segundo o mesmo insuspeito e prestigiado especialista, o penalty falhado por Ronny deveria ter sido repetido, uma vez que Helton se adiantou antes de a bola partir. Helton cometeu, portanto, uma ilegalidade. Como é evidente, foi o herói na noite no Dragão. Tendo em conta que, ao que me dizem, está tudo feito para que o Benfica seja campeão, calculo que as equipas que vão jogar ao Dragão tenham o topete de, à cautela, passar a apresentar-se com guarda-redes desprovidos de cabeça, para ver se aguentam mais tempo em campo. Vale tudo para beneficiar o Glorioso.

No início da época, Domingos Paciência disse que, no ano anterior, o Braga tinha obrigação de ter feito melhor no campeonato, Taça e Taça da Liga. Na UEFA, competição em que o Braga tinha vencido a Taça Intertoto, Domingos não conseguiu passar da pré-eliminatória, frente ao poderoso Elfsborg. Na Taça da Liga, acaba de ser eliminado exactamente na mesma fase em que havia sido eliminado na época anterior. Falta o campeonato e a Taça. Mas, reduzido a duas competições, de facto tem mesmo obrigação de fazer melhor.

Por Ricardo Araújo Pereira, edição 16 de Janeiro 2010 in Jornal A Bola